From the blue square tsan tsan tsan tsaaaaaan, Proooooooooooooooooooofessoooooraaa Manuelaaaa "A Rrrrrrrrrrriiiiidícula" Hasseeeeeeeee!!! (cuidado com ela)
From the red square tsan tsan tsan tsaaaaaaan, FMH's Rrrrrreefugeeeeeeeeessss!!!!
Dring dring driiiiing! Let the fight begin!
Blood will be spoiled! MUAHAHAH
Hoje de manhã, O CAOS!!!
Parecia que estávamos dentro de uma máquina de pinball a levar cotoveladas de todos os quadrantes. Não, não estávamos a passear numa rua de Tóquio... Pura e simplesmente entrámos dentro do esbelto e espaçoso Anfiteatro 1, para realizar o fantástico, inaudito e cerebrino (para mais informações, ver dicionário da língua portuguesa) exame de 2ª fase de Antropologia.
Como habitual, na entrada nos Exames de Antropologia a confusão instalou-se, graças à mestria, a tal "Guerra Civil Espanhola mas com ainda mais feridos" referida no post anterior, da Professora Manuela Hasse (já referi que ela tem tanto de Professora como nós de Astronautas?!), que tem por parâmetro de ensino eficaz a reprovação em massa de alunos!
Ora bem, é que mais de 100 alunos tentarem entrar, de forma ordenada, pela mesma porta e para um sítio que não tem capacidade para tantos, é obra e tão provável de acontecer como uma galinha atravessar a Etiópia de uma ponta a outra sem ser comida.
Quando já a maioria dos estudantes se havia instalado nas respectivas cadeiras sem o mínimo apoio para escrever, (é de ter em conta que o arquitecto que desenhou ou "rasurou" o projecto do nosso Anfiteatro, fora formado provavelmente pela Universidade Independente e amigo íntimo do Sôr Ministro José Sócrates!), a professora teve um rasgo cerebral, uma autêntica iluminação dos Deuses, uma inspiração vinda do mais profundo pensamento de casa de banho, ou seja, exigiu que houvesse uma cadeira de intervalo entre cada estudante.
Portanto, e sem ser necessário recorrer a algum génio da matemática, ou calculadora, esta ideia luminosa origina um corte de aproximadamente 50% da população presente.
Após alguns segundos de apatia geral eis que surge a pergunta, "Para onde vamos então?".
A resposta foi imediata e dita de uma forma autoritária, faltando apenas o braço direito no ar à estilo de Hitler (mustache included!): "P'RÓ CHÃO"
Resultado? Risada geral, e até o mais pessimista dos alunos pensou que talvez fosse uma fraca demonstração de humor, esquecendo-se que "Manuela Hasse" está para "Humor" como "Abstinência Sexual" para "Paris Hilton".
Passados momentos, reparámos no ar sério e até maquiavélico da dita c(or)uja, e não é que estava mesmo a falar a sério?! Enfim... Decadente, ridículo, insultuoso até... Só mesmo a Professora M. Hasse para faltar ao respeito a nós, alunos, desta maneira! Não nos garantir o mínimo de condições para a realização do exame é como pedir ao mecânico para nos arranjar o motor sem lhe dar o carro!
Cerca de 50 alunos espalhados pelo Anfiteatro, corcundas, sem ter onde apoiar as costas. E como se não bastasse estarmos mal instalados, extremamente desconfortáveis, ter que escrever algo sobre Antropologia, sabendo que o resultado será a já habitual negativa, como ainda temos de desenvolver uma grave escoliose. Nada de anormal para uma manhã de exame de Antropologia.
Ridicularizando ainda mais esta actividade avaliativa da dita cadeira, apercebemo-nos a meio do mesmo, que não seriam aceites exames rasurados, pois, pelo que se ouviu da boca da professora: "Não tenho nada que estar a corrigir testes riscados e borrados!!!", ou seja, exigiu que "passássemos a limpo" o exame na íntegra. Ora bem, uma vez que frequentamos o Ensino Superior e não o Primário, é no mínimo... mmm...aaaah... uuuum... talvez... aaaaah... ESTÚPIDO?! Tão estúpido como comer o guardanapo e limpar a cara ao bife!
É que para ver palhaços vamos ao CIRCO, não à faculdade, mas pronto isso somos nós...
Mas agora analisando toda esta situação partindo dos conhecimentos obtidos na cadeira de APEA (Análise do Processo Ensino-Aprendizagem):
Variáveis Gerais de Eficácia - Entusiasmo, "O Professor tem de demonstrar que gosta do que está a fazer", o que entra em contradição com o que M. Hasse referiu de forma perceptivel e audível em todo o auditório: «E eu tive o azar de vir para esta faculdade dar aulas». Por isso se a professora não gosta do que faz, a porta certamente estará aberta. Be our guest!
Para finalizar, e utilizando as célebres palavras de Martin Luther King Jr. ditas no dia 28 de Agosto de 1963, nos degraus do Lincoln Memorial em Washington, D.C. : "I HAVE A DREAM".
Só mais uma pequena questão, quantos acham que irão passar desta vez? Será que se consegue chegar às duas dezenas?! Aceitam-se apostas!
Autores:
Strider
Yoda
fmhblog@hotmail.com
PS.: Não desvalorizando nem querendo denegrir a imagem da nossa faculdade, que tanto gostamos de frequentar, há limites e o nosso em relação à Docente Manuela Baze...ups Hasse, já lá vai...
Pps.: Atenção, não estamos a dizer que a Professora esteja senil, longe de nós dizer tal coisa, apenas estamos a referir que parece um relógio sem ponteiros, uma bússola que já não sabe onde é o Norte ou um perfume que já perdeu o seu cheiro.
Agora sim consideramos o "comunicado" concluído, Obrigado
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Unidos somos fortes
Hoje o post é da autoria de um colega, cá vai:
"Boas pessoal. Penso que esta ideia é óptima mas há que relembrar que o tipo de linguagem que está a ser usado por bastantes users não é a mais correcta. Repensem no que escrevem, e reescrevam com palavras mais apropriadas. Não quero com isto dizer que o que por aqui tem sido dito esteja mal ou algo do género. Aliás, isto é publico e qualquer pessoa pode ler as nossas opiniões e descontentamento, mas apartir do momento que é fundamentado com palavras impróprias perde qualquer sentido.
É bastante bom saber que somos uma geração que critica os métodos usados por certos professores, prejudicando uns e favorecendo outros em determinadas situações (frequências e exames). Uma coisa não nos podemos esquecer, que temos de continuar unidos e a criticar o que deve ser criticado e louvar o que deve ser louvado. Na faculdade e como em muitas escolas primárias, secundárias,.. existem aqueles que nos querem o bem, embora exigentes e muitas vezes até arrogantes (próprio da sua personalidade) e aqueles que já andam há tanto tempo nestas vidas que simplesmente se fartaram e não têem "disposição" (referido por M.Hasse em resposta a um mail) para com os alunos.
Temos que saber viver com isso e temos que fazer frente, com os devidos meios, aqueles que querem prejudicar o nosso percurso de estudante, aliás, de universitário.
Cada coisa a seu tempo, deve ser questionada junto do concelho pedagógico pois situações como as que têem ocorrido ano após ano, não podem continuar no tempo. Pensemos que daqui a uns anos estarão os nossos filhos, ou mesmo para o ano, amigos, que irão ser presenciados com a mesma situação que nós e as gerações anteriores foram. Temos que parar com isto de uma vez por todas e com a ajuda de todos iremos ser capazes, com mais ou menos dificuldade.
Lembrem-se, "não façamos aos outros o que não gostamos que nos façam a nós"
Para o bem da continuidade dos estudantes a ingressarem nesta faculdade e para o prestígio da faculdade, algo deverá ser feito, e não é este ano, é agora, já!"
Concordo com isto a 100%, está na hora de deixar cair uma pedra nesta roda dentada e parar tudo! Vamos subir para cima do palco e gritar (sentido figurativo, atenção. Não é para chegarem à faculdade e começarem a gritar como se o Mundo fosse acabar amanhã há hora de almoço). Está na hora de sermos heróis, pois heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer quando o momento chegou!
O passado está escrito, mas o futuro podemos mudar. Só temos esta vida, se não lutarmos por ela quem lutará?!
fmhblog@hotmail.com
"Boas pessoal. Penso que esta ideia é óptima mas há que relembrar que o tipo de linguagem que está a ser usado por bastantes users não é a mais correcta. Repensem no que escrevem, e reescrevam com palavras mais apropriadas. Não quero com isto dizer que o que por aqui tem sido dito esteja mal ou algo do género. Aliás, isto é publico e qualquer pessoa pode ler as nossas opiniões e descontentamento, mas apartir do momento que é fundamentado com palavras impróprias perde qualquer sentido.
É bastante bom saber que somos uma geração que critica os métodos usados por certos professores, prejudicando uns e favorecendo outros em determinadas situações (frequências e exames). Uma coisa não nos podemos esquecer, que temos de continuar unidos e a criticar o que deve ser criticado e louvar o que deve ser louvado. Na faculdade e como em muitas escolas primárias, secundárias,.. existem aqueles que nos querem o bem, embora exigentes e muitas vezes até arrogantes (próprio da sua personalidade) e aqueles que já andam há tanto tempo nestas vidas que simplesmente se fartaram e não têem "disposição" (referido por M.Hasse em resposta a um mail) para com os alunos.
Temos que saber viver com isso e temos que fazer frente, com os devidos meios, aqueles que querem prejudicar o nosso percurso de estudante, aliás, de universitário.
Cada coisa a seu tempo, deve ser questionada junto do concelho pedagógico pois situações como as que têem ocorrido ano após ano, não podem continuar no tempo. Pensemos que daqui a uns anos estarão os nossos filhos, ou mesmo para o ano, amigos, que irão ser presenciados com a mesma situação que nós e as gerações anteriores foram. Temos que parar com isto de uma vez por todas e com a ajuda de todos iremos ser capazes, com mais ou menos dificuldade.
Lembrem-se, "não façamos aos outros o que não gostamos que nos façam a nós"
Para o bem da continuidade dos estudantes a ingressarem nesta faculdade e para o prestígio da faculdade, algo deverá ser feito, e não é este ano, é agora, já!"
Concordo com isto a 100%, está na hora de deixar cair uma pedra nesta roda dentada e parar tudo! Vamos subir para cima do palco e gritar (sentido figurativo, atenção. Não é para chegarem à faculdade e começarem a gritar como se o Mundo fosse acabar amanhã há hora de almoço). Está na hora de sermos heróis, pois heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer quando o momento chegou!
O passado está escrito, mas o futuro podemos mudar. Só temos esta vida, se não lutarmos por ela quem lutará?!
fmhblog@hotmail.com
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Antropologia na FMH
Pode-se dizer que ir até à Faculdade Motricidade Humana para realizar um exame de Antropologia cuja docente é a Senhora Manuela Hasse, é quase tão agradável como espetar um prego enferrugado nas têmporas.
E depois, claro, raspar bem raspadinho o prego nos dentes para ter a certeza que o tétano não se perde pelo caminho.
É que escrevemos e copiamos o que temos a escrever e a copiar, mas no final somos sempre presenteados com uma pauta que mais parece a guerra civil de Espanha, mas com ainda mais feridos.
Nunca percebi lá muito bem o fenómeno Hasse, mas também nunca dediquei muito tempo à matéria, digamos apenas que uma vez chegados ao exame acontece um problema que não era suposto acontecer:
Não saber o que fazer mais.
Pior, chega-se a uma altura em que já se quer fazer tudo!
E acaba-se num ponto em que se calhar o melhor é nem fazer nada.
Isto tudo leva a pensar que a Professora Manuela Hasse (que tem tanto de Professora como eu de Astronauta), percebe mais de Antropologia do que eu percebo de andar a pé.
E também que juntar as palavras "Corrigir exames" e "Manuela Hasse" é como tentar juntar "Maddie" e "GPS".
Mas pronto, com isto tudo nós alunos aprendemos que não importa o quanto nos importamos pois algumas pessoas simplesmente não se importam!
Malta quem tiver algo a dizer sobre o seu caso específico ou outra coisa que diga, comentem e mandem-me mails (fmhblog@hotmail.com), com os vossos feedbacks e ideias!
Pensem neste blog como sendo umas pedras pequeninas que podem provocar uma avalanche, e toca a divulgar este espaço, O NOSSO espaço.
E depois, claro, raspar bem raspadinho o prego nos dentes para ter a certeza que o tétano não se perde pelo caminho.
É que escrevemos e copiamos o que temos a escrever e a copiar, mas no final somos sempre presenteados com uma pauta que mais parece a guerra civil de Espanha, mas com ainda mais feridos.
Nunca percebi lá muito bem o fenómeno Hasse, mas também nunca dediquei muito tempo à matéria, digamos apenas que uma vez chegados ao exame acontece um problema que não era suposto acontecer:
Não saber o que fazer mais.
Pior, chega-se a uma altura em que já se quer fazer tudo!
E acaba-se num ponto em que se calhar o melhor é nem fazer nada.
Isto tudo leva a pensar que a Professora Manuela Hasse (que tem tanto de Professora como eu de Astronauta), percebe mais de Antropologia do que eu percebo de andar a pé.
E também que juntar as palavras "Corrigir exames" e "Manuela Hasse" é como tentar juntar "Maddie" e "GPS".
Mas pronto, com isto tudo nós alunos aprendemos que não importa o quanto nos importamos pois algumas pessoas simplesmente não se importam!
Malta quem tiver algo a dizer sobre o seu caso específico ou outra coisa que diga, comentem e mandem-me mails (fmhblog@hotmail.com), com os vossos feedbacks e ideias!
Pensem neste blog como sendo umas pedras pequeninas que podem provocar uma avalanche, e toca a divulgar este espaço, O NOSSO espaço.
Assinar:
Postagens (Atom)
